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Arquivo de ‘Comentários importantes’ categoria


Postado em maio 23, 2009 - por cybelegiannini

Uma boa crítica

Por Luiz Carlos Líbano
luiz_libano@yahoo.com.br

Foi gratificante tê-los visto pela primeira vez no palco. Já posso adiantar que me emocionou a garra e força de vontade com que o elenco leva a peça adiante; afora isso, há falhas técnicas, as quais eu imagino dependerem de fatores alheios aos artistas em cena.


Postado em maio 19, 2009 - por cybelegiannini

Ontem, 18/5, no TODO SEU (com Ronnie Von)

Por Cybele Giannini
patrocinio@noelrosaomusical.com.br

Foi muito bom ir a um programa tão conceituado, com um apresentador tão elegante e culto, e poder divulgar nosso espetáculo.
Pena que o tempo na TV seja tão exíguo… Assim, só pude manifestar-me para apresentar os atores e músicos, mas queria mesmo era ter falado de Noël, ter reverenciado Noël, ter confessado meu amor incondicional por Noël.
Não faz mal! Foi ótimo estar com o Ronnie [que o digam o Glau Gurgel (Noël) e o Délio Santiago (Nássara) que participaram do "Visão Masculina"].
Nossos agradecimentos ao Omar Jubran, pesquisador musical e meu particular amigo, pelo “banho de Noël” com que nos brindou; a toda a equipe da Gazeta, que nos transportou, maquiou, penteou e dirigiu, e aos telespectadores, que nos deram uma brecha para entrarmos em suas casas.
Esperamos vocês todos no teatro, tá?


Postado em março 28, 2009 - por cybelegiannini

A Rainha do Teatro

Por Marina Moll
Marina.moll@gmail.com


aracy-cortes1    Aracy Cortes, grande atriz do teatro de revista! Hoje, seu nome talvez soe como “desconhecido”, mas já brilhou muito nos palcos e rádios de nosso país.
     Zilda de Carvalho Espíndola – nome de batismo dessa grande vedete – veio ao mundo em 1904 e diz-se ter sido criada pela madrinha não muito acolhedora. Aos dezessete anos, saiu de casa e foi trabalhar em um circo, onde fazia números musicais e já brilhava com sua voz que deu vida a canções de diversos compositores renomados de nosso país, dentre eles: Ary Barroso, Lamartine Babo, Pixinguinha – que, aliás, era seu vizinho e mais tarde foi parceiro na fundação de um grupo teatral. 
         Além de ter sido a primeira, senão a única, a levar aos palcos teatrais uma das tantas maravilhosas músicas do nosso Poeta da Vila, Com Que Roupa foi interpretada brilhantemente por Aracy em um de seus espetáculos.
         
O teatro de revista era conhecido e destacava-se não só pelo estilo musical, mas, sim, e principalmente, pelo apelo popular. Mulheres bonitas, conflitos corriqueiros e críticas à sociedade e a seus costumes eram indispensáveis a esse gênero tão consagrado das décadas de 20 e 30.
        
Com traços marcantes e tipicamente brasileiros, personalidade forte e um corpo ideal, a nossa rainha carioca brilhava nos palcos de revista como ninguém. Não à toa considerada a rainha do teatro, foi uma das primeiras na profissão e serviu como exemplo para muitas outras atrizes. Foi nomeada também como rainha do rádio por interpretar brilhantemente canções de compositores da época que fizeram muito sucesso em sua voz. Chegou inclusive a gravar algumas dessas canções, mas pouco temos registro disso hoje em dia.
         
Pouco se encontra também sobre essa grande mulher que marcou a nossa história e que nos deixou em 1985, tendo subido ao palco pela última vez na década de 70. Apesar de seu centenário ter acabado de se completar, Aracy Cortes, como mulher e artista que foi, deveria estar mais presente em nossa história, assim como outros grandes artistas que nos fazem hoje ter o que temos e ser o que somos. Cabe a nós, também artistas, darmos mais atenção a esses nomes que buscavam a sua forma de expressão e só enriqueceram a nossa cultura. Não deixemos que caiam no esquecimento, nós precisamos deles e de toda a sua contribuição à arte.
       
Obrigada, Aracy, e a todos os artistas brasileiros dessa época, por contribuírem com a história da nossa arte! Nós, artistas de hoje, agradecemos.


Postado em março 27, 2009 - por cybelegiannini

15-Incentivos são sempre bem-vindos!

Por Maria Judith Faria de Souza Guimarães
majufaria@hotmail.com

Parabéns Cybele e aguardo com ansiedade a volta do espetáculo que ja estou divulgando junto aos meus amigos.Com carinho.Ju

 


Postado em fevereiro 16, 2009 - por sorolinhares

Incertezas

Por Soró Linhares
soro.souza@uol.com.br

Começo este texto citando a fala da atriz Célia Helena: “A vida e a arte não são duas coisas separadas. Elas se misturam. Por isso aprender a se expressar nas artes é também uma maneira gostosa de aprender a viver. De crescer e de compreender as pessoas. E através do Teatro: a arte que melhor permite refletir e compreender o homem e sua linguagem”.

O Teatro amplia a maneira de ver o mundo, nos tira a visão maniqueísta de compreender a realidade. O ser humano, na sua complexidade de emoções, dor, tristeza, alegria, redescobre-se no palco. Cada ator no exercício de sua interpretação poderá mudar a rota de suas idéias, alterar o percurso de seus passos.

Todas as noites o teatro me reveste de energia, dando-me a sensação de que, no momento em que exercito a arte, minha alma está alhures. É claro, existe uma preparação, um estudo que exige que se quebrem algumas barreiras.

É preciso entender a regra do jogo, seus rigorosos parâmetros e aí, sim, realizar o espetáculo, sabendo que tudo ocorre naquele instante; nem antes nem depois. Por isso, sem preparação, o momento da atuar pode tornar-se medíocre e inexpressivo.

As nossas limitações, impostas por uma educação social preconceituosa e castradora, só no teatro é possível quebrar. Vamos desconstruir muralhas e nos (re)descobrir para nos tornarmos um pouco mais livres e aceitarmos com mais generosidade as diferenças.

O ator generoso entende que o espetáculo é maior do que ele e que, todas as noites, deve encontrar sua forma novamente. É um cuidado que nós, atores, precisamos ter, do contrário podemos cair em armadilhas e naufragar.

O diretor Stanislavski diz que teatro é HUMANIDADE.

Entendo que o olhar do artista é o contrário de outros olhares, enxergamos o que não nos é mostrado. Por isso, a arte nos leva para o imprevisível. Encontramos humanidade naquilo que desconhecemos. Os atores não mostram apenas o que compreendem; o ofício está no encontro dos opostos.

O diretor Peter Brook diz: “Quando uma peça não afeta nosso equilíbrio é porque está desequilibrada.”

A função do teatro (se existir) está em nos possibilitar ver o mundo com mais confiança e entender que o agradável está na “discórdia” e não na “concórdia”.

Com o decorrer dos anos, o teatro mostrou-me que ninguém é insensível ao amor, nem os desesperançados e céticos. A experiência do amor confirma a sua existência e há aqueles que sofrem por sua ausência. Isso prova que o amor existe. É nele que está toda a força da transformação.

No teatro, o amor acontece quando compartilhamos com o outro as nossas fragilidades, inseguranças e descobrimos que toda e qualquer experiência é sempre incompleta.

A CYa.GRITA ABSOLUTA tem uma característica peculiar: é formada por artistas, na maioria jovens irreverentes, que, antes do trabalho artístico, estão preocupados com o humano. Existe uma relação que ultrapassa a esfera profissional, estabelece-se em amizade e amor, mesmo nos conflitos.

Muitas pessoas passaram pela companhia e mostraram o que deve e não ser feito; aprendemos com as experiências alheias.

O tempo em que estou no grupo despertou-me para algo que, acredito, mudou minha percepção do espetáculo NOËL ROSA- O POETA, O MÚSICO, CRONISTA DE UMA ÉPOCA.

A compreensão que tenho deste trabalho hoje não é mais somente artístico. Durante os quase três anos envolvido no projeto percebi que o texto NOËL ROSA – O POETA, O MÚSICO, CRONISTA DE UMA ÉPOCA, encenado pela CYa.GRITA ABSOLUTA, tem, na competência de seus integrantes, um movimento intelectual que se preocupa em preservar a dignidade da nossa arte.

Novos artistas se juntaram a esse projeto e com certeza já mostraram talento e principalmente a consciência de que o sucesso de ontem e o fracasso de amanhã não poderão tirar-nos o respeito que devemos ter ao PALCO.

O sucesso do artista está na dignidade de sua postura em relação a sua arte.

Aos meus amigos da nossa companhia, muita MERDA!

 

 

 

 


Postado em fevereiro 9, 2009 - por cybelegiannini

Um comentário que merece figurar como artigo

Por Marina Moll
marina.moll@gmail.com

Muito obrigada…mas eu é que me sinto presenteada por poder fazer parte de uma equipe tão linda, comprometida e apaixonada por esse trabalho (Ah, e muito divertida também…gente, estou me divertindo muito com vcs!); isso, essa paixão, nos fortalece a lutar pela nossa arte. Sem contar, com a recepção tão verdadeira que eu tive da parte de vocês, isso é raro, viu!? Obrigada por confiarem no meu trabalho, espero corresponder às expectativas!

Estou muito contente com esse projeto, com esse grupo e apaixonada pelo Noel!!!

Um beijo grande…adoro vocês!

Marina.


Postado em janeiro 21, 2009 - por cybelegiannini

14-Incentivos são sempre bem-vindos!

Por Felipe Barros (designer da CYa. Grita Absoluta)
estudiocapsula@gmail.com 
Obrigado pela recomendação, boa sorte pra vocês neste novo ano e sucesso!

Em breve terão novidades no meu novo site, que ficará pronto na primeira semana de fevereiro: http://www.estudiocapsula.com.

abs

Felipe


Postado em dezembro 25, 2008 - por cybelegiannini

Crônicas da Amendoeira (Prêt-à-Porter, Caetano e a SIR)

Por Aldo Guerra
(Crônica publicada no site Recanto das Letras)

Prêt-à-Porter anda possesso com aquilo que ele vem chamando de Síndrome da Imbecilidade Recorrente (SIR). A doença, segundo ele, abate-se sobre artistas, escritores, intelectuais e, sobretudo, políticos. Ainda para o velho guardador de águas da CEDAE, a raia miúda é naturalmente imune à forma grave da doença, revelando apenas traços mais amenos da sintomatologia do gravíssimo mal. Mas, dentro do grupo de risco, os narcisistas estão entre os mais vulneráveis.

Na Amendoeira, entre uma sagatyba e outra que o bom Marcinho lhe serve, Prêt-à-Porter discorre sobre as conseqüências da SIR. Seu primeiro caso analisado – espécie de O Estágio do Espelho Lacaniano – foi a polêmica ridícula (e falsa) levantada por Caetano Veloso que, pretensamente saindo em defesa de Wilson Batista – como se este precisasse -, esculhambou Noel Rosa, acusando-o de racista e homófobo, entre outros arroubos imbecis. Para o velho aposentado o caso de Caetano é o mais emblemático pela recorrência contumaz dos sintomas.

  – Professor, o senhor lembra do discurso durante a apresentação de É proibido proibir  naquele festival? Pois é, aquilo não foi apenas uma raivazinha pela desclassificação do Gil. Foi faniquito, uma quase convulsão sindrômica!

Mais um gole de sagatyba e um eloqüente Prêt prossegue:

  – Tem também os casos com o Paulo Francis e o Tinhorão. Mas, como se trata de um caso de tríplice imbecilidade durante os ataques, o exemplo não serve.

Meu bom e velho amigo tentava falar com naturalidade. Para ele, ao execrar o clássico Feitiço da Vila com os argumentos que utilizou, Caetano não revelava apenas toda a sua ignorância sobre o objeto de seu ataque histérico. Não. Para o amigo havia mais que uma simples baianice chamando para si os holofotes que mais cegam do que ampliam a visão.

  – Caetano talvez seja um caso crônico, coitado! Talvez ele devesse tomar uma com a gente e entrar Numa…

Sorrimos todos. Regina e Marcinho vieram se juntar a nós. Brindamos ao Poeta da Vila enquanto ouvíamos Prá que mentir? ao som do violão do Roberto e da inconfundível flauta do amigo Gil.

Obs. Leia mais sobre esse assunto no artigo Polêmica: Caetano Veloso X Noël Rosa neste blog (abaixo, em postagens antigas).


Postado em dezembro 23, 2008 - por cybelegiannini

Feliz Natal e um papai… NOËL… bem gordinho!

Por Cybele Giannini

Nós, os redatores deste blog, desejamos a todos os amigos, familiares e aos nossos visitantes muita paz e luz neste Natal!

Que Deus cubra vocês de bênçãos!

ABRAÇOS.


Postado em dezembro 11, 2008 - por cybelegiannini

13- INCENTIVOS SÃO SEMPRE BEM-VINDOS!!

Por Ruy Humberto (músico do Grupo JB Samba)

Noël, Noël, Noël, nome de presenteador, nome que, ao ouvirmos, determinamos ser de um homen de idade, pomposo, fala grossa, que nos traz presentes nos fins de ano… Mas, ao depararmos com o nosso Noël, que tinha Rosa também, para contracenar, com ele que era cheio de alegria – em suas composições, mesmo nas mais tristes – sempre encontramos um quê de alegria, uma pitada de deboche pra quem achava ele que estava sofrendo… Sofria, mas não em suas músicas, em suas harmonias e, sim, em seu peito, em sua mente e cada vez mais conseguia escrever músicas e cantar pra que todos admirassem, rissem ou chorassem ouvindo-o.

Hoje cantamos suas músicas como se ele as tivesse feito no ano passado. Todas são velhas, porém recentes. Assim como o velho e imortal Papai Noel, o nosso também é imortal, mas nunca velho. Valeussssss, Noël, Noël, Noël!


Postado em dezembro 11, 2008 - por cybelegiannini

12- INCENTIVOS SÃO SEMPRE BEM-VINDOS!!!

Por Antônio Carlos (músico do Grupo JB SAMBA)

Em nome do grupo JB Samba, agradeço as palavras elogiosas sobre a peça e estamos torcendo mais que nunca para que apareça um grande patrocinio.
Abraços.


Postado em dezembro 3, 2008 - por cybelegiannini

11- INCENTIVOS SÃO SEMPRE BEM-VINDOS!

Por Aloysio Azevedo

Gostei demais da peça e espero que as novas produções se enriqueçam
em benefício do espectador e de nossa história musical.


Postado em dezembro 3, 2008 - por cybelegiannini

10- INCENTIVOS SÃO SEMPRE BEM-VINDOS!

Por Jorge Souza Lima

Cybele, parabéns. Estou feliz por ver que você agora já está fazendo um trabalho sobre um dos maiores compositores da história do Brasil. Lamento viver em um país onde a obra de um grande compositor como esse fica esquecida, mas conhecendo você já sabia que seria questão de tempo para que um trabalho sobre música acabasse saindo. Todo esse trabalho e o JB devem estar maravilhosos. Estou à espera para assistir. Beijo. Jorge.


Postado em novembro 21, 2008 - por cybelegiannini

Miopia e/ou desinteresse

Por Mário César Alves Lemes de Moraes

Em agosto de 2007, assisti a um musical sobre Noël Rosa, no Centro Cultural São Paulo. Era o último dia de apresentação, que durara seis dias.

Confesso: entrei sem esperar muito, sem grandes expectativas. Afinal, o espetáculo seria apresentado por um grupo praticamente desconhecido. Só conhecia a responsável pela direção, que me convidara para ver a peça: uma grande amiga com quem tive a oportunidade de trabalhar alguns anos no magistério (ambos somos professores de Língua Portuguesa). No final dos anos 70 e meados de 80, pisamos o mesmo tablado em um famoso cursinho aqui em São Paulo. Depois disso, enquanto “o mundo girou e a Lusitana rodou”, Cybele (este é o nome de minha amiga) freqüentou cursos de teatro e apaixonou-se ainda mais pelo que já tanto amava. Mas… voltemos ao espetáculo.

Fiquei maravilhado com o que vi. Simples, sem ser simplista (perdoem-me pelo clichê), a apresentação extasiou a todos. Interpretação impecável dos atores, cenário discreto, mas envolvente, sete músicos do grupo JB-Samba, dirigidos com a competência de Reinaldo Sanches, coreografia leve e muito interessante de Paulo Perez, tudo perfeitamente coeso e extremamente bem encaixado. E, óbvio, as deliciosas e fascinantes composições de Noël Rosa.

“O Poeta da Vila” nunca foi, pelo menos em minha experiência, apresentado de uma maneira tão singela e magnífica. As músicas lembram, na peça, o que em textos escritos se denomina “propriedade vocabular” – “certas”, no contexto “certo”. Grandes sucessos se encaixam milimetricamente. Das cerca de 300 músicas compostas por Noël (algumas em parceria com Braguinha, Vadico e outros gigantes do nosso cancioneiro), a seleção das que foram apresentadas não poderia ser melhor e tão bem executada. Apenas para citar algumas, “Com que roupa”, “Feitio de oração”, “Conversa de botequim”, “Fita amarela”, “Último desejo” enchiam os ouvidos de beleza e doçura.

Apenas um fato me decepcionou, aliás, uma verdadeira catástrofe. O espetáculo saiu de cartaz e até hoje não foi reapresentado. Fiquei a par da causa: falta de patrocínio. Deus! O que é preciso para, neste país, dar-se mais atenção à cultura e ao entretenimento? Ainda que não fosse para apresentar Noël Rosa – o Poeta, o Músico, Cronista de Uma Época, regularmente em um teatro, poderia, e deveria, ser opção para apresentações em escolas. Nossos verdadeiros ídolos e gênios estão sepultados literal e figurativamente. Ignorar a magnitude de Noël é algo, no mínimo, execrável.

Por que, então, não oferecer oportunidade a um grupo com talento e qualidade para quem o conhece revê-lo e, para quem não o conhece, ser apresentado? Onde estão os patrocinadores? Sim. É o patrocínio o grande vilão. Para que divulgar alguém, ainda que fenomenal, com um grupo de desconhecidos? E como serão conhecidos se não forem divulgados?

Interessante que, no desenrolar do enredo, o próprio protagonista, Noël, explicita várias vezes a marca de seu automóvel e de uma determinada cerveja. Não há no país indústria automobilística e fabricantes de cerveja interessados? Com isso, não se está pretendendo promover a marca do veículo e muito menos o consumo de bebida alcoólica. A direção, por certo, não se proporia a isso. Os nomes dos patrocinadores seriam colocados nos programas do espetáculo e nas peças publicitárias de divulgação. Na verdade, poderia ser qualquer empresa, independentemente de ser citada no texto, mas que estaria demonstrando preocupação social e cultural com a comunidade.

Em síntese, citei cerveja e carro, pela obviedade de algumas falas, todavia o patrocínio seria bem-vindo de qualquer produto ou serviço. Enquanto isso, joga-se no lixo tanta coisa boa e confirmam-se as palavras dos “Titãs” (Jesus não tem dentes no país dos banguelas, 1987): “… a gente não quer só comida,/ a gente quer comida, diversão e arte”.


Postado em novembro 18, 2008 - por cybelegiannini

9-Incentivos são sempre bem-vindos!

Por Uerlon Oliveira

 

Olá, pessoal. Bem conheço o trabalho maravilhoso de vcs graças a essa linda e talentosa mulher q por sinal é a cabeça também desse projeto. Sucesso para vcs e acreditem q vamos conseguir realizar esse lindo trabalho q é a história do Noel Rosa, pois estou aqui toda sexta-feira no programa http://www.demaistv.com.br chamando os patrocinadores. rsrs.. Bjão. Sucesso para vc, linda. Ameiiiiiiiii essa sua foto.. Bjos.. E um abração para toda a galera…

Uerlon Olvieira do Programa + polêmico da D+Tv.. kaakkaka.. fuiiiiiiii..


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