Arquivo de ‘Músicas’ categoria
Postado em abril 1, 2010 - por cybelegiannini
CD instrumental com músicas de Noël
Por Cybele Giannini
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Ganhei um presentão, pessoal! A Banda Jazz Sinfônica de Diadema lançou um CD primoroso com músicas do Noël.
Trata-se de arranjos requintados com inúmeros instrumentos, tais como fagote, trompa, trombone, trompete, só para enumerar os menos comuns, além da participação especial de Fabiana Cozza na faixa “Três Apitos”.
E mais: o CD traz uma capa e um encarte de extremo bom gosto.
Aos que gostam de boa música e aos aficcionados por Noël recomendo adquirirem esse CD com Paulo Assis, pelo e-mail: bandajazzdiadema@yahoo.com.br
Bom entretenimento!
Postado em janeiro 12, 2010 - por cybelegiannini
CD com músicas do Noël
Por Cybele Giannini
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Em Fortaleza, Carlinho Crisostomo e Marcelo Leite lançaram um CD instrumental só com músicas de Noël Rosa.
Vale a pena conferir!
Tudo é Noël em 2010 e SEMPRE!
Beijos
Postado em outubro 13, 2009 - por Danilo Barros Andrade
Conversa de Botequim na voz de Chico Buarque
por Danilo Andrade
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Além desta, muitas outras canções são interpretadas ao vivo pelo elenco do espetáculo Musical NOËL ROSA, O POETA, O MÚSICO, CRONISTA DE UMA ÉPOCA acompanhadas pelos músicos do grupo JB SAMBA e o diretor musical REINALDO SANCHES.
Postado em março 13, 2009 - por Danilo Barros Andrade
Mais uma versão de FEITIÇO DA VILA
Por Danilo Andrade
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Para mim, sem dúvida, a canção Feitiço da Vila é só uma das mais belas composições do grande poeta de Vila Isabel. Ouça esta versão em Sax.
Postado em janeiro 11, 2009 - por Danilo Barros Andrade
Ismael Silva fala sobre o samba
Por Danilo Barros Andrade
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Postado em janeiro 4, 2009 - por cybelegiannini
A origem de Pastorinhas (Noël Rosa – João de Barro)
Por Cybele Giannini
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Braguinha
Vocês sabiam que, quando foi composta, a música Pastorinhas tinha o título de Linda Pequena e alguns versos eram outros?
Em 1934, João de Barro, o Braguinha, sugeriu a Noël que fizessem uma marcha para o carnaval, inspirada nos ranchos que saíam em Vila Isabel no Dia de Reis (6/1) e, num bar, os dois compuseram Linda Pequena, gravada por João Petra de Barros, sem nenhuma repercussão.
Os versos originais eram:
A estrela d’alva
No céu desponta
E a lua anda tonta
Com tamanho esplendor
E as moreninhas
Pra consolo da lua
Vão cantando na rua
Lindos versos de amor.
Linda pequena,
Pequena que tens a cor morena…
Pois bem, em 1938, depois da morte de Noël, Braguinha e Alberto Ribeiro inscreveram, num concurso de músicas de carnaval, Touradas em Madrid e com ela o venceram. Porém, em razão de protestos de que aquilo não era marcha, e sim pasodoble, o resultado foi anulado e marcou-se outro concurso para duas semanas depois. Braguinha, então, trocou o título de Linda Pequena para Pastorinhas, mudou alguns versos e inscreveu a “nova” música.
Os versos agora eram:
A estrela d’alva
No céu desponta
E a lua anda tonta
Com tamanho esplendor
E as pastorinhas
Pra consolo da lua
Vão cantando na rua
Lindos versos de amor.
Linda pastora,
Morena da cor de Madalena…
Além de ficar com o primeiro lugar no concurso, Pastorinhas foi gravada por Sylvio Caldas com enorme sucesso. Infelizmente, Noël já não estava vivo para testemunhar mais essa conquista.
Assista abaixo ao vídeo:
Postado em dezembro 25, 2008 - por cybelegiannini
Crônicas da Amendoeira (Prêt-à-Porter, Caetano e a SIR)
Por Aldo Guerra
(Crônica publicada no site Recanto das Letras)
Prêt-à-Porter anda possesso com aquilo que ele vem chamando de Síndrome da Imbecilidade Recorrente (SIR). A doença, segundo ele, abate-se sobre artistas, escritores, intelectuais e, sobretudo, políticos. Ainda para o velho guardador de águas da CEDAE, a raia miúda é naturalmente imune à forma grave da doença, revelando apenas traços mais amenos da sintomatologia do gravíssimo mal. Mas, dentro do grupo de risco, os narcisistas estão entre os mais vulneráveis.
Na Amendoeira, entre uma sagatyba e outra que o bom Marcinho lhe serve, Prêt-à-Porter discorre sobre as conseqüências da SIR. Seu primeiro caso analisado – espécie de O Estágio do Espelho Lacaniano – foi a polêmica ridícula (e falsa) levantada por Caetano Veloso que, pretensamente saindo em defesa de Wilson Batista – como se este precisasse -, esculhambou Noel Rosa, acusando-o de racista e homófobo, entre outros arroubos imbecis. Para o velho aposentado o caso de Caetano é o mais emblemático pela recorrência contumaz dos sintomas.
– Professor, o senhor lembra do discurso durante a apresentação de É proibido proibir naquele festival? Pois é, aquilo não foi apenas uma raivazinha pela desclassificação do Gil. Foi faniquito, uma quase convulsão sindrômica!
Mais um gole de sagatyba e um eloqüente Prêt prossegue:
– Tem também os casos com o Paulo Francis e o Tinhorão. Mas, como se trata de um caso de tríplice imbecilidade durante os ataques, o exemplo não serve.
Meu bom e velho amigo tentava falar com naturalidade. Para ele, ao execrar o clássico Feitiço da Vila com os argumentos que utilizou, Caetano não revelava apenas toda a sua ignorância sobre o objeto de seu ataque histérico. Não. Para o amigo havia mais que uma simples baianice chamando para si os holofotes que mais cegam do que ampliam a visão.
– Caetano talvez seja um caso crônico, coitado! Talvez ele devesse tomar uma com a gente e entrar Numa…
Sorrimos todos. Regina e Marcinho vieram se juntar a nós. Brindamos ao Poeta da Vila enquanto ouvíamos Prá que mentir? ao som do violão do Roberto e da inconfundível flauta do amigo Gil.
Obs. Leia mais sobre esse assunto no artigo Polêmica: Caetano Veloso X Noël Rosa neste blog (abaixo, em postagens antigas).
Postado em outubro 15, 2008 - por Danilo Barros Andrade
Um duelo de artistas: Wilson Batista X Noël Rosa
Por Danilo Andrade
barrosandrade@hotmail.com
O famoso duelo musical entre Noël Rosa e Wilson Batista rendeu muitas músicas que ficaram pra história. A “briga” entre esses grandes sambistas, que já faz mais de 60 anos, é resgatada e revivida em nosso espetáculo musical.
Muita gente não entende por que até hoje houve essa “treta”. Tudo começou quando Noël escreveu uma bela canção chamada Rapaz Folgado, depois de ouvir Lenço no Pescoço, em que Wilson Batista se orgulhava de ser vadio.
Na canção Lenço no Pescoço, Wilson fazia apologia à malandragem. E Noël, por sua vez, não se sentia à vontade por saber que Wilson Batista encarava a palavra malandro como sinônimo de sambista.
Wilson Batista diz: “Meu chapéu do lado, tamanco arrastando…”
e
Noël Rosa responde: “Deixa de arrastar o teu tamanco, pois tamanco nunca foi sandália…”.
E o que aconteceu depois você confere nos próximos posts!
Fique com esta:
Postado em outubro 10, 2008 - por Danilo Barros Andrade
Último Desejo – Versão Instrumental
Por Danilo Barros Andrade
barrosandrade@hotmail.com
Vejam aqui algumas versões interessantes da música Último Desejo. Vale lembrar que esta é uma das cançoes interpretadas ao vivo durante o nosso espetáculo musical.
- Violão
- Gaita
Site oficial: www.noelrosaomusical.com.br



