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Postado em dezembro 26, 2011 - por cybelegiannini
Aprovada a Lei Rouanet para nosso projeto
Por Cybele Giannini
cymar@uol.com.br
Nosso projeto de voltar com a peça de Noël Rosa aos palcos foi aprovado pela Lei Rouanet e autorizada a captação de R$540.328,00.
Vocês, que assistiram à nossa peça e que gostaram dela, se conhecem alguém ou alguma empresa interessada em associar-se às artes cênico-musicais, em especial ao fabuloso Noël, por favor, mande-nos um e-mail (para o endereço acima) e participem conosco dessa empreitada que já dura 5 anos.
Se Deus quiser, logo, logo estaremos de volta!
Para todos o nosso Feliz Ano Novo!!!
Postado em julho 2, 2009 - por cybelegiannini
Dias 11, 18 e 25 de julho no Teatro Corinthians
Por Cybele Giannini
patrocinio@noelrosaomusical.com.br

A CYa. Grita Absoluta e o Grupo JB Samba têm o prazer de participar a vocês que farão, em julho, essas 3 apresentações do espetáculo Noël Rosa – O Poeta, o Músico, Cronista de Uma Época no Teatro Corinthians (clique no título desta matéria e leia o SERVIÇO todo)
Aqueles que viram nossa peça no Teatro Sérgio Cardoso e/ou no Centro Cultural São Paulo, se gostaram, recomendem-nos a seus amigos e, porventura, até os levem e assistam de novo!!
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SERVIÇO:
Antecipando as homenagens ao centenário de nascimento do Poeta da Vila, esta biografia musical enfoca especialmente a origem das grandes obras que Noël compôs.
Elenco: CYa. GRITA ABSOLUTA (Glau Gurgel, Danilo Andrade, Michael Goulart, Karina Pedroza, Soró Linhares, Cybele Giannini, Hélvio Silva, Paulo Conti, Délio Santiago, Cínthia Kater, Marina Moll e Aléxia Annes)
Participação especial: Grupo JB SAMBA (Música ao Vivo)
Apresentações: 11, 18 e 25/7 (sábados às 21h)
Local: Teatro Corinthians (dentro do clube)
R. São Jorge, 777 – Parque São Jorge – 371 lugares
Bilheteria: 2296.7927 (terça a sexta-feira – 15 às 19h; sábado e domingo – 15 às 21h)
Censura: 10 anos
Duração: 120 minutos (10 minutos de intervalo entre os dois atos)
Ar-condicionado/ acesso para deficientes
site oficial: www.noelrosaomusical.com.br
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Que Deus continue conosco e que tenhamos boas plateias como ocorreu nas temporadas anteriores!
Contamos com todos vocês, mas especialmente com os moradores da Zona Leste para prestigiar-nos e ao JB!
Esperamos vocês lá!
Postado em dezembro 3, 2008 - por cybelegiannini
11- INCENTIVOS SÃO SEMPRE BEM-VINDOS!
Por Aloysio Azevedo
Gostei demais da peça e espero que as novas produções se enriqueçam
em benefício do espectador e de nossa história musical.
Postado em novembro 21, 2008 - por cybelegiannini
Miopia e/ou desinteresse
Por Mário César Alves Lemes de Moraes
Em agosto de 2007, assisti a um musical sobre Noël Rosa, no Centro Cultural São Paulo. Era o último dia de apresentação, que durara seis dias.
Confesso: entrei sem esperar muito, sem grandes expectativas. Afinal, o espetáculo seria apresentado por um grupo praticamente desconhecido. Só conhecia a responsável pela direção, que me convidara para ver a peça: uma grande amiga com quem tive a oportunidade de trabalhar alguns anos no magistério (ambos somos professores de Língua Portuguesa). No final dos anos 70 e meados de 80, pisamos o mesmo tablado em um famoso cursinho aqui em São Paulo. Depois disso, enquanto “o mundo girou e a Lusitana rodou”, Cybele (este é o nome de minha amiga) freqüentou cursos de teatro e apaixonou-se ainda mais pelo que já tanto amava. Mas… voltemos ao espetáculo.
Fiquei maravilhado com o que vi. Simples, sem ser simplista (perdoem-me pelo clichê), a apresentação extasiou a todos. Interpretação impecável dos atores, cenário discreto, mas envolvente, sete músicos do grupo JB-Samba, dirigidos com a competência de Reinaldo Sanches, coreografia leve e muito interessante de Paulo Perez, tudo perfeitamente coeso e extremamente bem encaixado. E, óbvio, as deliciosas e fascinantes composições de Noël Rosa.
“O Poeta da Vila” nunca foi, pelo menos em minha experiência, apresentado de uma maneira tão singela e magnífica. As músicas lembram, na peça, o que em textos escritos se denomina “propriedade vocabular” – “certas”, no contexto “certo”. Grandes sucessos se encaixam milimetricamente. Das cerca de 300 músicas compostas por Noël (algumas em parceria com Braguinha, Vadico e outros gigantes do nosso cancioneiro), a seleção das que foram apresentadas não poderia ser melhor e tão bem executada. Apenas para citar algumas, “Com que roupa”, “Feitio de oração”, “Conversa de botequim”, “Fita amarela”, “Último desejo” enchiam os ouvidos de beleza e doçura.
Apenas um fato me decepcionou, aliás, uma verdadeira catástrofe. O espetáculo saiu de cartaz e até hoje não foi reapresentado. Fiquei a par da causa: falta de patrocínio. Deus! O que é preciso para, neste país, dar-se mais atenção à cultura e ao entretenimento? Ainda que não fosse para apresentar Noël Rosa – o Poeta, o Músico, Cronista de Uma Época, regularmente em um teatro, poderia, e deveria, ser opção para apresentações em escolas. Nossos verdadeiros ídolos e gênios estão sepultados literal e figurativamente. Ignorar a magnitude de Noël é algo, no mínimo, execrável.
Por que, então, não oferecer oportunidade a um grupo com talento e qualidade para quem o conhece revê-lo e, para quem não o conhece, ser apresentado? Onde estão os patrocinadores? Sim. É o patrocínio o grande vilão. Para que divulgar alguém, ainda que fenomenal, com um grupo de desconhecidos? E como serão conhecidos se não forem divulgados?
Interessante que, no desenrolar do enredo, o próprio protagonista, Noël, explicita várias vezes a marca de seu automóvel e de uma determinada cerveja. Não há no país indústria automobilística e fabricantes de cerveja interessados? Com isso, não se está pretendendo promover a marca do veículo e muito menos o consumo de bebida alcoólica. A direção, por certo, não se proporia a isso. Os nomes dos patrocinadores seriam colocados nos programas do espetáculo e nas peças publicitárias de divulgação. Na verdade, poderia ser qualquer empresa, independentemente de ser citada no texto, mas que estaria demonstrando preocupação social e cultural com a comunidade.
Em síntese, citei cerveja e carro, pela obviedade de algumas falas, todavia o patrocínio seria bem-vindo de qualquer produto ou serviço. Enquanto isso, joga-se no lixo tanta coisa boa e confirmam-se as palavras dos “Titãs” (Jesus não tem dentes no país dos banguelas, 1987): “… a gente não quer só comida,/ a gente quer comida, diversão e arte”.
Postado em novembro 6, 2008 - por cybelegiannini
6 – Incentivos são sempre bem-vindos!
Por César Rennato Froes (intérprete de Orestes Barbosa)
cesar_froes@terra.com.br
Adoro o projeto e o espetáculo.
Quando a Cy me chamou para fazer uma leitura sobre essa peça, ela não sabia a paixão que tenho por Noël Rosa. Sempre fui apaixonado por ele, mesmo nunca tendo pesquisado sobre sua vida e obra. Sempre gostei de ouvir suas músicas e esse trabalho foi um choque para mim. Participei de muitos ensaios e tive que me afastar porque a vida nos faz isso de vez em quando, mas nunca me afastei do projeto, uma vez que coloquei na cabeça que um dia iria participar desse espetáculo.
Não pude me apresentar junto com o grupo no Centro Cultural, mas assim que deu voltei e espero estar no palco com eles (CYa. Grita Absoluta) em 2009. Torço para que consigamos o patrocínio necessário e que logo entremos em cartaz. Infelizmente os patrocinadores procuram quem já está na mídia e se esquecem de que quem está lá também teve que ter uma oportunidade.
Esperamos que essa chance logo, logo chegue.
Postado em setembro 14, 2008 - por cybelegiannini
MARAVILHA!!!
Diário Oficial – Última coluna – CULTURA
Por CYBELE GIANNINI
cymar@uol.com.br
Saiu a aprovação do PAC (Programa de Ação Cultural) – ICMS, para a nossa peça circular pelas cidades paulistas.
É engraçado: contamos com as três leis de incentivo: a federal (Rouanet), a municipal (Mendonça) e agora a estadual (PAC)! Isso significa que apresentamos os documentos exigidos, preenchemos todos os requisitos necessários e que os governos acreditam em nosso projeto (e olhem que são rigorosos!). Então por que é tão difícil encontrar empresários que também o façam? Ainda mais que, pela Lei Rouanet, por exemplo, eles podem ter incentivo integral do que investirem!?!? Será que isso ocorre pelo fato de não colocarmos nossos rostos na telinha? Não entendo…
Há um ano apresentamos nosso espetáculo no Centro Cultural e foi o maior sucesso, há um ano lutamos em busca de patrocínio… Por que cultura neste país é tão difícil, quando deveria ser prioridade, em especial quando se trata de resgatar nossos maiores talentos?
Enfim! O que importa é que a aprovação do PAC veio renovar nossa esperança. Quem sabe agora sai?
É feliz com esse novo ânimo que me despeço por hoje. E escrevam no blog (cliquem em COMENTÁRIOS, abaixo de cada artigo, e deixem ali suas impressões).
Abraços a todos.
Postado em setembro 7, 2008 - por cybelegiannini
Roda-de-samba chique
Por Cybele Giannini
cymar@uol.com.br
É neste espaço que vou contar, aos poucos, o caminho árduo que temos percorrido para conseguir ficar em cartaz com nossa peça.
Como já escrevi aqui, tudo se iniciou em 2006, portanto há dois anos. Pois bem, na metade desse caminho (há exatos 12 meses), pudemos ficar seis dias em cartaz no Centro Cultural São Paulo, numa pré-estréia de arrasar.
Nem sei como explicar nossa emoção ao encenar este espetáculo. O que sei é que, em uma cena quase no final do segundo ato, cena de que não faço parte (porque também sou atriz na peça), mas a que assistia da coxia, ficava aos prantos todo os dias.
Trata-se da cena em que Noël, desanimado pela doença e o rompimento de um caso amoroso, chega ao botequim onde encontra todos os seus amigos compositores que, para animá-lo, cantam – cada um, um trecho – algumas composições dele.
Lá detrás, eu ouvia aquela maratona de músicas lindas, encadeadas umas às outras pelo pessoal do JB que acompanha magistralmente os atores-cantores, e observava o empenho e o brilho de todos, que davam magnitude à cena. Era mesmo uma “roda-de-samba chique”, como afirmou, à época, o crítico Guilherme Bryan, no site do Yahoo!.
Era mesmo muito emocionante! Logo, logo, estaremos de volta e vou poder chorar mais… de emoção!






