Tags do post ‘Feitiço da Vila’
Postado em dezembro 26, 2011 - por cybelegiannini
Aprovada a Lei Rouanet para nosso projeto
Por Cybele Giannini
cymar@uol.com.br
Nosso projeto de voltar com a peça de Noël Rosa aos palcos foi aprovado pela Lei Rouanet e autorizada a captação de R$540.328,00.
Vocês, que assistiram à nossa peça e que gostaram dela, se conhecem alguém ou alguma empresa interessada em associar-se às artes cênico-musicais, em especial ao fabuloso Noël, por favor, mande-nos um e-mail (para o endereço acima) e participem conosco dessa empreitada que já dura 5 anos.
Se Deus quiser, logo, logo estaremos de volta!
Para todos o nosso Feliz Ano Novo!!!
Postado em março 24, 2011 - por cybelegiannini
Não é mentira: em 1º/4/2011, Glau Gurgel novamente canta Noël no Café Paon
Por Cybele Giannini
cymar@uol.com.br
Depois de apresentar-se com sucesso em fevereiro, no Café Paon, cantando só só músicas de Noël, Glau Gurgel, protagonista do espetáculo Noël Rosa – O Poeta, o Músico, Cronista de Uma Época, fará nova sessão especial em 1º/4, às 22h, acompanhado pelo violonista Francisco Araújo e pelo percussionista Fábio Mosca.
O Café Paon fica em Moema, próximo do Shopping Ibirapuera. Faça sua reserva logo porque não há muitos lugares.
Venha ouvir e cantar, com o Glau, Feitiço da Vila, Pastorinhas, Conversa de Botequim, Com que Roupa?, Último Desejo, Palpite Infeliz, entre muitas outras.
Postado em março 13, 2009 - por Danilo Barros Andrade
Mais uma versão de FEITIÇO DA VILA
Por Danilo Andrade
patrocinio@noelrosaomusical.com.br
Para mim, sem dúvida, a canção Feitiço da Vila é só uma das mais belas composições do grande poeta de Vila Isabel. Ouça esta versão em Sax.
Postado em dezembro 25, 2008 - por cybelegiannini
Crônicas da Amendoeira (Prêt-à-Porter, Caetano e a SIR)
Por Aldo Guerra
(Crônica publicada no site Recanto das Letras)
Prêt-à-Porter anda possesso com aquilo que ele vem chamando de Síndrome da Imbecilidade Recorrente (SIR). A doença, segundo ele, abate-se sobre artistas, escritores, intelectuais e, sobretudo, políticos. Ainda para o velho guardador de águas da CEDAE, a raia miúda é naturalmente imune à forma grave da doença, revelando apenas traços mais amenos da sintomatologia do gravíssimo mal. Mas, dentro do grupo de risco, os narcisistas estão entre os mais vulneráveis.
Na Amendoeira, entre uma sagatyba e outra que o bom Marcinho lhe serve, Prêt-à-Porter discorre sobre as conseqüências da SIR. Seu primeiro caso analisado – espécie de O Estágio do Espelho Lacaniano – foi a polêmica ridícula (e falsa) levantada por Caetano Veloso que, pretensamente saindo em defesa de Wilson Batista – como se este precisasse -, esculhambou Noel Rosa, acusando-o de racista e homófobo, entre outros arroubos imbecis. Para o velho aposentado o caso de Caetano é o mais emblemático pela recorrência contumaz dos sintomas.
– Professor, o senhor lembra do discurso durante a apresentação de É proibido proibir naquele festival? Pois é, aquilo não foi apenas uma raivazinha pela desclassificação do Gil. Foi faniquito, uma quase convulsão sindrômica!
Mais um gole de sagatyba e um eloqüente Prêt prossegue:
– Tem também os casos com o Paulo Francis e o Tinhorão. Mas, como se trata de um caso de tríplice imbecilidade durante os ataques, o exemplo não serve.
Meu bom e velho amigo tentava falar com naturalidade. Para ele, ao execrar o clássico Feitiço da Vila com os argumentos que utilizou, Caetano não revelava apenas toda a sua ignorância sobre o objeto de seu ataque histérico. Não. Para o amigo havia mais que uma simples baianice chamando para si os holofotes que mais cegam do que ampliam a visão.
– Caetano talvez seja um caso crônico, coitado! Talvez ele devesse tomar uma com a gente e entrar Numa…
Sorrimos todos. Regina e Marcinho vieram se juntar a nós. Brindamos ao Poeta da Vila enquanto ouvíamos Prá que mentir? ao som do violão do Roberto e da inconfundível flauta do amigo Gil.
Obs. Leia mais sobre esse assunto no artigo Polêmica: Caetano Veloso X Noël Rosa neste blog (abaixo, em postagens antigas).
Postado em novembro 12, 2008 - por Danilo Barros Andrade
Um pouquinho sobre a nossa peça, Noël Rosa e Vila Isabel.
Por Danilo Andrade
patrocinio@noelrosaomusical.com.br
O Samba. A música. A cultura brasileira. A dança. Tudo isso e mais um pouco está presente no nosso espetáculo musical que não canso de dizer o nome: Noël Rosa – o Poeta, o Músico, Cronista de Uma Época. Um espetáculo cuidadosamente estudado e preparado para apresentar a trajetória de vida de Noël de Medeiros Rosa.
A música é um dos principais artifícios da peça, que também retrata, entre tantos outros pontos, características de várias personagens. Há o malandro, o bêbado, o sedutor, o pessimista, o mercenário, o sereno e muitos outros. Isso tudo sem falar das mulheres.
Sobre Noël e Vila Isabel
Vale ressaltar o verdadeiro fascínio que oartista sentia ao viver na sua cidade, cheia de musicalidade. Ele admira a todos, sem distinção, mas é a Vila, a Vila Isabel sua grande paixão. Seus amigos, moradores, seus botecos… Tudo isso faz parte da alegria de Noël. Tanto que uma de suas canções, FEITIÇO DA VILA, homenageia o bairro de Vila Isabel.
Hoje é impossível visitar o Rio de Janeiro sem lembrar os momentos que Noël passou por lá. Uma cidade que lembra a vida boêmia do poeta da vila, agora parte do inconciente coletivo do Brasil.
Desde a infância, Noël preferia a rua a ficar em casa. Histórias sobre Noël Rosa é o que não falta pra contar. Portanto vamos alternando. Visite o site:
Noël Rosa - o Poeta, o Músico, Cronista de Uma Época e conheça um pouco mais da fascinante história do Brasil em diferentes décadas, porque, quando voltar ao nosso blog, novidades aparecerão.
Postado em outubro 1, 2008 - por Danilo Barros Andrade
Feitio de Oração – Francisco Alves
Por Danilo Andrade
barrosandrade@hotmail.com
Para os fãs de Francisco Alves, apresento um instrumental da canção Feito de Oração que descobri no youtube. Gostei bastante do que ouvi.
[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=Q32S1nj0U-I]
Essa música também faz parte das canções interpretadas ao vivo e acompanhadas pelo Grupo JB Samba, durante o espetáculo Noël Rosa, o Poeta, o Músico, Cronista de Uma Época.
Postado em setembro 7, 2008 - por sorolinhares
História do Brasil por Noël Rosa
Por Soró Linhares
soro.souza@uol.com.br
Este projeto me levou a conhecer Noël Rosa e todas as personalidades maravilhosas que participaram, de alguma forma, da vida dele.
Estudei com o diretor musical, Reinaldo Sanches, a interpretação e a afinação das músicas que fui incumbido de cantar no espetáculo em que, humildemente, interpreto Mário Reis, Almirante, Gaúcho e Lamartine Babo. São pequenas participações, mas muito significativas. Canto, sozinho ou em conjunto, “Minha Viola” (no Bando de Tangarás), “Quando o Samba Acabou”, “O Orvalho Vem Caindo”, “Pierrô Apaixonado” (com Joel) e “AEIOU”, além de fazer coro com o resto do elenco em “Feitiço da Vila”, “Seu Jacinto”, “Conversa de Botequim”, “Pastorinhas”, “Fita Amarela” e “Adeus”.
Mergulhar na história daquela época (1920/30), especialmente no universo musical brasileiro, foi gratificante e revelador. Descobri que as letras de Noël (e de seus parceiros) apresentam, com inteligência e humor, a sociedade e a política daqueles tempos.
Escrevam seus comentários aqui ou mandem-me e-mail, que o publicarei.






