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Postado em dezembro 11, 2008 - por cybelegiannini
13- INCENTIVOS SÃO SEMPRE BEM-VINDOS!!
Por Ruy Humberto (músico do Grupo JB Samba)
Noël, Noël, Noël, nome de presenteador, nome que, ao ouvirmos, determinamos ser de um homen de idade, pomposo, fala grossa, que nos traz presentes nos fins de ano… Mas, ao depararmos com o nosso Noël, que tinha Rosa também, para contracenar, com ele que era cheio de alegria – em suas composições, mesmo nas mais tristes – sempre encontramos um quê de alegria, uma pitada de deboche pra quem achava ele que estava sofrendo… Sofria, mas não em suas músicas, em suas harmonias e, sim, em seu peito, em sua mente e cada vez mais conseguia escrever músicas e cantar pra que todos admirassem, rissem ou chorassem ouvindo-o.
Hoje cantamos suas músicas como se ele as tivesse feito no ano passado. Todas são velhas, porém recentes. Assim como o velho e imortal Papai Noel, o nosso também é imortal, mas nunca velho. Valeussssss, Noël, Noël, Noël!
Postado em dezembro 11, 2008 - por cybelegiannini
12- INCENTIVOS SÃO SEMPRE BEM-VINDOS!!!
Por Antônio Carlos (músico do Grupo JB SAMBA)
Em nome do grupo JB Samba, agradeço as palavras elogiosas sobre a peça e estamos torcendo mais que nunca para que apareça um grande patrocinio.
Abraços.
Postado em setembro 25, 2008 - por cybelegiannini
Noël, Noël, Noël
Ruy Humberto da Silva Camargo (músico do espetáculo Noël Rosa – O Poeta, O Músico, Cronista de Uma Época)
ruydojb@yahoo.com.br
Preciso falar sobre Noël, acho que não como músico. Peciso tocar, executar as músicas que Noël compôs sobre sua vida e outros casos: acontecimentos, fatos, tragédias, alegrias, tristezas e também sobre fatos fictícios. Tudo que lhe vinha à mente ele transformava em poemas musicados, pois Noël parece que não compunha, parece que fazia poemas e conseguia transformá-los em músicas que até hoje fazem sentido, têm lógica como poesia, como canção e como pensamento. É só ler algumas canções dele. Não escute como música, antes de ler e entender. Salve, Noël! Estou pesquisando você para saber se um dia vou entendê-lo! valeussssssssssssssss
Postado em setembro 7, 2008 - por cybelegiannini
Roda-de-samba chique
Por Cybele Giannini
cymar@uol.com.br
É neste espaço que vou contar, aos poucos, o caminho árduo que temos percorrido para conseguir ficar em cartaz com nossa peça.
Como já escrevi aqui, tudo se iniciou em 2006, portanto há dois anos. Pois bem, na metade desse caminho (há exatos 12 meses), pudemos ficar seis dias em cartaz no Centro Cultural São Paulo, numa pré-estréia de arrasar.
Nem sei como explicar nossa emoção ao encenar este espetáculo. O que sei é que, em uma cena quase no final do segundo ato, cena de que não faço parte (porque também sou atriz na peça), mas a que assistia da coxia, ficava aos prantos todo os dias.
Trata-se da cena em que Noël, desanimado pela doença e o rompimento de um caso amoroso, chega ao botequim onde encontra todos os seus amigos compositores que, para animá-lo, cantam – cada um, um trecho – algumas composições dele.
Lá detrás, eu ouvia aquela maratona de músicas lindas, encadeadas umas às outras pelo pessoal do JB que acompanha magistralmente os atores-cantores, e observava o empenho e o brilho de todos, que davam magnitude à cena. Era mesmo uma “roda-de-samba chique”, como afirmou, à época, o crítico Guilherme Bryan, no site do Yahoo!.
Era mesmo muito emocionante! Logo, logo, estaremos de volta e vou poder chorar mais… de emoção!






