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Tags do post ‘Mário Reis’


Postado em novembro 4, 2009 - por cybelegiannini

Palavras do Soró (Lamartine)

Por Soró Linhares
soro.souza@uol.com.br

FIZEMOS HISTÓRIA!

Soró Linhares

Soró Linhares

OI, MINHA COMPANHEIRA DE  DE LUTA!

EU AGRADEÇO O SEU IMENSO CARINHO EM ME ACOLHER NO ESPETÁCULO NOËL ROSA…

ONTEM DISFARÇADAMENTE FIQUEI EMOCIONADO COM A APRESENTAÇÃO, AFINAL DE CONTAS A TRAJETÓRIA DO ESPETÁCULO É DURA , MAS NÃO MENOS PRAZEROSA. POSSO AFIRMAR QUE A EXPERIÊNCIA FOI INCRÍVEL.

SEI O QUANTO PRA VOCÊ É DURO TER QUE INTERROMPER O TRABALHO. FORAM TANTAS EMOÇÕES QUE TIVEMOS. UM ELENCO BEM FLEXÍVEL, MUITAS PESSOAS PASSARAM PELA HISTÓRIA DE NOËL ROSA, O POETA , O MÚSICO, CRONISTA DE UMA ÉPOCA.

A MINHA FELICIDADE É TER PARTICIPADO DESSE  TRABALHO.

O ESPETÁCULO ME PROPORCIOU CONHECER PESSOAS MARAVILHOSAS, COMO DANILO, DEDÉ, JOÃO, KARINA, GIS, JÔ, ROBERTO. FOI O COMEÇO DE TUDO.

MAIS TARDE, O ELENCO FOI SENDO CONSTITUÍDO PELOS OUTROS ATORES, UNS  PERMANECERAM , OUTROS SAÍRAM E NÓS CONTINUAMOS. QUE DELÍCIA CONVIVER COM PESSOAS QUE AMAMOS!

O JB SAMBA E CIA., UMA MARAVILHA, SEMPRE NOS AJUDANDO, ATENDENDO  A NOSSOS CHAMADOS. O PROFESSOR, COM SUA PACIÊNCIA, NOTA POR NOTA, PARA QUE EU PUDESSE FAZER MINHA PERFORMANCE DA MELHOR MANEIRA POSSÍVEL.

SÓ TENHO MESMO QUE AGRADECER E CONTINUAR A CAMINHADA. OUTROS TRABALHOS VIRÃO, NOVOS DESAFIOS.

ACREDITO QUE TERMINAMOS A TEMPORADA COM SUCESSO, PORQUE NUNCA DEIXAMOS DE APRESENTAR O ESPETÁCULO, SEMPRE ESTIVEMOS NO PALCO DIGNAMENTE PARA VIVER NOËL ROSA O POETA,  O MÚSICO  CRONISTA DE UMA ÉPOCA.

MAIS UMA VEZ, REVERENCIO O SEU TALENTO, CYBELE, SUA DEDICAÇÃO, SUA VOCAÇÃO E, SEM DÚVIDA NENHUMA, SEU AMOR POR MIM QUE, SEI, É MAIOR DO QUE POSSO IMAGINAR.

AOS JOVENS DANILO, DEDÉ, KARINA, JOÃO, JÔ, ROBERTO, GIS, QUE DELÍCIA DE PESSOAS! CITO O NOME DELES PORQUE FORAM OS PRIMEIROS. QUANDO CHEGUEI, FUI TÃO BEM RECEBIDO POR ELES, QUE VI ALI  QUE ESTAVA NO MEIO DE UM ELENCO COM QUEM, COM CERTEZA, IRIA APRENDER MUITO.

OBRIGADO, MÁRIO REIS, LAMARTINE BABO, GAÚCHO, JOEL,  ALMIRANTE, HÉLIO, ALVINHO, ARACY CORTES, CLARA, FRANCISCO ALVES, PERY CUNHA, JULINHA, ORESTES BARBOSA, ARACY DE ALMEIDA, LINDAURA, CECI, MARTHA, VÓ RITA, BRAGUINHA, FINA, ISMAEL SILVA, DR. EDGAR, HOMERO DORNELLAS, NÁSSARA, MARÍLIA BAPTISTA, D. OLINDINA, MÁRIO LAGO, WILSON BATISTA, GARÇOM, AMIGO( O GAGO), VIZINHAS, BRITO, AMIGO DA FACULDADE, NONÔ, REPÓRTER, FOTÓGRAFO, COMISSÁRIO DE POLÍCIA, AMIGA DA CECI, LOCUTOR, VADICO E TANTOS OUTROS…

AGRADEÇO A TODOS OS ATORES: O MEU MAIS SINCERO CARINHO.

O MEU AGRADECIMENTO ESPECIAL AO ATEMPORAL NOËL ROSA, O POETA, O MÚSICO, CRONISTA DE UMA ÉPOCA.

CYBELE, NÃO PODERIA DEIXAR DE ESCREVER PARA AGRADECER-LHE POR TUDO E POR COLOCAR-ME EM CENA. MUITO OBRIGADO.

DO AMIGO/ COLEGA/AMOR INCONDICIONAL..SORÓ


Postado em outubro 19, 2009 - por sorolinhares

Teatro pra quê?

Por Soró Linhares
soro.souza@uol.com.br

Não sou ator. Sou um aprendiz de uma arte que muito admiro.

A temporada no Teatro Sérgio Cardoso foi uma experiência forte. Muitas vezes recolhido ao silêncio, com discrição, sentia um aperto no coração. Quando chegava em casa, não dormia imediatamente, ficava pensando  no espetáculo. O prazer de realizá-lo, de estar em cena é sempre maior.

Os obstáculos da temporada despertaram-me para vários pontos que preciso rever: a atitude que devo ter para com o teatro, seu verdadeiro significado em minha vida.

Que atitude deveria ter diante dos obstáculos que estava vivendo? Essa pergunta me acompanhou durante toda a temporada. A resposta implicava necessariamente uma mudança de comportamento. Não me comportei corretamente, talvez tenha subestimado os problemas, quando deveria analisar minuciosamente o grau de dificuldade que deveria enfrentar. Queria sair vitorioso da temporada, mas antes era necessário compreender que precisava preparar-me melhor.

Na trajetória do espetáculo até chegar ao Sérgio Cardoso, desprezei algumas oportunidades de crescimento, negligenciei o pequeno, porque esperava o maior. Um engano. Hoje vejo que preciso valorizar as pequenas oportunidades, por menor que seja. Gostaria de ter descortinado diante dos meus olhos as apresentações no Sérgio Cardoso, fiquei tímido diante dos problemas quando deveria ser mais ousado. Não fui suficientemente responsável, mostrei-me fraco e vulnerável em alguns momentos.

O teatro para mim é o mais poderoso reflexo da minha alma. É através dele que mergulho em meu interior e (re)descubro o quanto ainda sou pequeno, frágil.

Não sou ator, mas busco incessantemente o ator que quero ser, quero poder revelar o que existe de essencial no HOMEM, os germes de todos os sentimentos humanos.


Postado em outubro 22, 2008 - por Danilo Barros Andrade

Quem são os Blogueiros?

DANILO ANDRADE

Ator, desempenhou papéis em diversas peças, entre elas Boca de Ouro, de Nelson Rodrigues, Eles Não Usam Black-Tie, de Gianfrancesco Guarnieri, O Santo Milagroso, de Lauro César Muniz, Bailei na Curva, de Júlio Conte, O Burguês Fidalgo (como protagonista), de Molière, com tradução de Cybele Giannini, e recebeu prêmios e indicações por muitos papéis.

Com vários cursos de clown, interpretação e corpo, também foi um dos doutores-palhaços do Grupo de Humanização Hospitalar Esparatrapo, inclusive na direção artística do grupo.

Desenvolve soluções e ações de entretenimento e participou, como ator, de eventos para grandes empresas, tais como: Gerdau, Unilever, HSBC, SKY, BAYER, Hospital 9 de Julho, Votorantim, Alcan, Santander, Dupont, entre outras.

É jornalista, consultor Joomla/SEO/SEM e Links Patrocinados.

Neste espetáculo atua como Francisco Alves, Mário Lago, Joel, Alvinho e um garçom.

SORÓ LINHARES

Ator pelo Teatro-Escola Célia Helena,  participou dos espetáculos Drink à l’amour, Modernidades, A Última Chamada, Shakespeare e os Versos Ilegais, As Fidalgas, Drink- A Comédia Musical, Shakespeare, Amor e Loucura (todos sob direção de Edna Ligieri) e muitos outros.

Foi assistente de direção em A Última Chamada - Texto e direção de Edna Ligieri e de preparação corporal em O Assassinato do Anão do Caralho Grande (Plínio Marcos) – Direção de Marco Antônio Rodrigues.

Também fez inúmeros cursos e oficinas de artes cênicas, é formado em Ciências Sociais pela PUC-SP e ministra aulas para jovens no SENAC.

Neste espetáculo atua como Almirante, Lamartine Babo, Mário Reis, Gaúcho e um repórter.

CYBELE  GIANNINI

Atriz pelo Teatro-Escola Célia Helena, com 20 anos de experiência na área, participou de curtas-metragens, peças e programas de tv.

Trabalhou por vários anos com teatro estudantil, adaptando e traduzindo textos.  Produziu e fez também a assessoria de imprensa de várias peças que montou.

Dirigiu importantes espetáculos, tais como: O Burguês Fidalgo (Molière),  Álbum de Família (Nelson Rodrigues), Eles Não Usam Black-Tie (Gianfrancesco Guarnieri), Bailei na Curva (Júlio Conte), O Santo Milagroso (Lauro César Muniz), Suburbano Coração (Naum Alves de Souza), Boca de Ouro (Nélson Rodrigues), Auto da Compadecida (Ariano Suassuna), Dona Xepa (Pedro Bloch), Vestido de Noiva (Nelson Rodrigues), O Pagador de Promessas (Dias Gomes), Deus lhe Pague (Joracy Camargo), O Judas em Sábado de Aleluia (Martins Penna), Gota d’Água (Chico Buarque e Paulo Pontes).

É ainda professora licenciada em Português, Francês e Italiano pela Universidade de São Paulo (USP).

Neste espetáculo, além de ser autora do texto e dirigir a montagem, interpreta a avó (Rita), a mãe (D. Martha) e uma amante (Julinha) de Noël.


Postado em outubro 11, 2008 - por cybelegiannini

Os companheiros de Noël Rosa

Por Cybele Giannini
cymar@uol.com.br

Se você tem mais de 40 anos e gosta de boa música, já deve ter ouvido alguma desses craques do nosso samba - Francisco Alves (o Chico Viola), Ismael Silva, Nássara, Braguinha (João de Barro), Orestes Barbosa, Mário Reis, Lamartine Babo, Almirante.

Pois saiba que eles foram grandes amigos de Noël, companheiros de boêmia e de canção. Uns só cantavam suas músicas; outros compunham com ele, mas todos se encontravam invariavelmente nas mesas dos botequins.

E essas cantoras? Aracy Cortes, Aracy de Almeida e Marília Baptista? Já ouviu falar delas? Também gravaram Noël. Marília fez dupla com ele em vários sambas; Aracy Cortes lançou-o no teatro de revista; Aracy de Almeida, além de cantar composições do nosso artista, freqüentava bares e boates na companhia dele.

Além disso, Wilson Baptista rivalizou com ele na música e Mário Lago – é! ele mesmo! nosso grande ator e também compositor - sem o saber, foi rival de Noël pelo amor de uma garota chamada Ceci.

Todos são também personagens da nossa peça e, se você quiser saber mais sobre eles, entre em nosso site: www.noelrosaomusical.com.br e clique em PERSONALIDADES. Você vai descobrir muita coisa interessante.

Até!


Postado em setembro 24, 2008 - por sorolinhares

Uma carta ao Noël

Por Soró Linhares
soro.souza@uol.com.br

Noël, faz tempo que não escrevo. Tenho pensado em tantas coisas.

Hoje acordei sufocado, apaixonado por uma impossibilidade, um pecado, um impulso malogrado. A vida, tão simétrica, amordaça meus impulsos, sinto o coração envergonhado e tolhido.

Os nossos encontros foram bons, você me apresentou pessoas incríveis e talentosas. Das suas músicas, desse seu jeito tão inexplicável de ser… lembro-me de tudo.

Olho para trás e, com um gesto simples, busco em minha memória o seu rosto, nem que seja por um segundo. Não me despeço de você, não posso! Recuso abraçar a despedida.

Noël, persigo os segundos de um passado não tão distante, em que fomos agraciados por um belíssimo encontro.

Meu coração é grito, sussurro, berro, silêncio, urro de uma alma pecadora sem arrependimento.

Meu amigo, aprendi com você, que DEUS é essa vontade de ser diferente , inexplicável, que extravasa as lúcidas opiniões.

Termino por aqui, não vou me estender mais.

Dê notícias, preciso saber por onde anda.

Sóro


Postado em setembro 15, 2008 - por cybelegiannini

Polêmica: Caetano Veloso X Noël Rosa

Por Cybele Giannini
cymar@uol.com.br

Caetano Veloso, em seu blog www.obraemprogresso.com.br , afirmou, por outras palavras, que Feitiço da Vila contém trecho ostensivo contra a cultura afro. Carlos Sandroni saiu em defesa de Noël em sua resposta. Também eu escrevi no blog dele para contestar seu depoimento (inclusive ao Programa do Jô).

Vai aqui, na íntegra, minha resposta:

Tenho o mais profundo respeito por esse grande artista que é Caetano Veloso, cuja carreira acompanho desde o início, mas, como outras pessoas aqui, não posso deixar de discordar de sua postura em relação a Noël Rosa e, mais especificamente, à obra-prima “Feitiço da Vila”.

Estudei profundamente a vida e a obra de Noël para escrever sobre isso uma peça teatral e nelas não há nada que leve aos adjetivos “homófobo”, “racista”, nem mesmo “classe-média”. Muito pelo contrário.

“Feitiço da Vila” foi escrito, segundo Carlos Didier e João Máximo, em homenagem à Rainha da Primavera de 1934, Lela Casatle, nascida em Vila Isabel. Não foi uma resposta a Wilson Baptista, porque a polêmica entre eles ainda não existia.

O que Noël fez foi apenas exaltar sua Vila, aproveitando-se do fato de Lela ter sido coroada.

Os versos: “A zona mais tranqüila/ é a nossa vila/ o berço dos folgados/ Não há um cadeado no portão/ pois lá na vila não há ladrão” foram insertos mais tarde em alusão ao fato de, anteriormente, a Vila ter sido palco de inúmeros assaltos. O que Noël desejava, com esses novos versos, era mostrar que aquele tempo já havia acabado.

Noël não se importava com a necessidade inquietante de Wilson provocá-lo. Só duas vezes respondeu a essas provocações, com as músicas “Rapaz Folgado” e “Palpite Infeliz”. Já Wilson chegou a satirizar o aspecto de Noël em “Frankestein da Vila”, e ele nem se importou com isso!!! Lembro também que, mais tarde, os dois ficaram amigos e até compuseram um samba juntos (“Terra de Cego”).

Sobre o verso “A Vila tem um feitiço sem farofa”, como professora de Português, desejo elucidar que, nas décadas de 1920/1930, “sem farofa” era expressão bastante empregada para dizer apenas “sem conversa fiada”, “sem superficialidade”.

Quando Noël acrescenta “sem vela e sem vintém” quer certamente referir-se à mandinga que ele observava a todo momento nas ruas do Rio daquele tempo, porém não está criticando os “feiticeiros”, e, sim, o “feitiço que faz mal”, mas também com a conotação de “fascínio, encantamento, que faz bem”. Daí a generalizar e afirmar que ele se refere a negros é forçar muito uma interpretação.

Noël foi amigo de grandes artistas negros: Cartola, Ismael Silva e Nonô (tio de Cyro Monteiro e Cauby Peixoto), além de Aracy de Almeida e Madame Satã, a quem dedicou o samba “Mulato Bamba”. Não gostava de ambientes requintados, pertencia à classe média baixa de Vila Isabel, fugia de festas “de família”, tinha um fraco por pessoas humildes (inclusive mulheres), com quem se identificava mais.

Mário Reis foi seu intérprete, sim, mas não o principal. Noël não freqüentava os ambientes de Mário. O contrário é que era verdadeiro.

Não esqueçamos também que Mário Reis era, segundo se dizia na época, homossexual. E amigo de Noël, como Madame Satã! Então como se adapta o adjetivo “homófobo” a esse dado?

Acrescente-se a tudo isso que Noël não era da “elite”. Só entrou na Faculdade de Medicina por vontade dos pais, mas nem chegou ao meio do 1º ano. Abandonou tudo pelo samba e a boêmia. Sua família era pobre: a mãe dava aulas em casa para sustentar a família; o pai, antes de enlouquecer, trabalhava em Araçatuba para enviar parco dinheiro para a mulher. Que classe média é essa?

Gostaria muito de que Caetano revisse seu ponto-de-vista e descobrisse que Noël não tinha preconceito nenhum, não tinha “farofa”, era e ainda é, como dizia Aracy, “aquele de quem não resta a menor dúvida”.

Como fã de Noël e de Caetano, essas suspeitas sobre o primeiro, vindas do segundo, entristecem-me bastante.

Abraços noelinos.

Para ler toda a polêmica: www.obraemprogresso.com.br (na BUSCA, digite FEITIÇO DA VILA)


Postado em setembro 7, 2008 - por sorolinhares

História do Brasil por Noël Rosa

Por Soró Linhares
soro.souza@uol.com.br

Este projeto me levou a conhecer Noël Rosa e todas as personalidades maravilhosas que participaram, de alguma forma, da vida dele.

Estudei com o diretor musical, Reinaldo Sanches, a interpretação e a afinação das músicas que fui incumbido de cantar no espetáculo em que, humildemente, interpreto Mário Reis, Almirante, Gaúcho e Lamartine Babo. São pequenas participações, mas muito significativas. Canto, sozinho ou em conjunto, “Minha Viola” (no Bando de Tangarás), “Quando o Samba Acabou”, “O Orvalho Vem Caindo”, “Pierrô Apaixonado” (com Joel) e “AEIOU”, além de fazer coro com o resto do elenco em “Feitiço da Vila”, “Seu Jacinto”, “Conversa de Botequim”, “Pastorinhas”, “Fita Amarela” e “Adeus”.

Mergulhar na história daquela época (1920/30), especialmente no universo musical brasileiro, foi gratificante e revelador. Descobri que as letras de Noël (e de seus parceiros) apresentam, com inteligência e humor, a sociedade e a política daqueles tempos.

Escrevam seus comentários aqui ou mandem-me e-mail, que o publicarei.


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