Tags do post ‘ultimo desejo’
Postado em março 24, 2011 - por cybelegiannini
Não é mentira: em 1º/4/2011, Glau Gurgel novamente canta Noël no Café Paon
Por Cybele Giannini
cymar@uol.com.br
Depois de apresentar-se com sucesso em fevereiro, no Café Paon, cantando só só músicas de Noël, Glau Gurgel, protagonista do espetáculo Noël Rosa – O Poeta, o Músico, Cronista de Uma Época, fará nova sessão especial em 1º/4, às 22h, acompanhado pelo violonista Francisco Araújo e pelo percussionista Fábio Mosca.
O Café Paon fica em Moema, próximo do Shopping Ibirapuera. Faça sua reserva logo porque não há muitos lugares.
Venha ouvir e cantar, com o Glau, Feitiço da Vila, Pastorinhas, Conversa de Botequim, Com que Roupa?, Último Desejo, Palpite Infeliz, entre muitas outras.
Postado em janeiro 28, 2011 - por cybelegiannini
Venham ouvir Glau Gurgel cantando Noël Rosa em 3/2
Por Cybele Giannini
cymar@uol.com.br
Será uma sessão especial só de músicas de Noël Rosa, cantadas por Glau Gurgel, protagonista do espetáculo Noël Rosa – O Poeta, o Músico, Cronista de Uma Época, e acompanhadas pelo tecladista Reinaldo Sanches, pelo violonista Francisco Araújo e pelo percussionista Fábio Mosca.
É no dia 3/2 às 21h no Café Paon em Moema – São Paulo. Cliquem na imagem ao lado para ampliá-la e ver o endereço, o telefone e o preço.
Liguem para lá para reservar seus lugares antecipadamente. Avisem seus amigos, em especial os mais velhos, que vão deliciar-se com Pastorinhas, Fita Amarela, Último Desejo, Com que Roupa?, etc.
Aguardo vocês lá!
Postado em novembro 21, 2008 - por cybelegiannini
Miopia e/ou desinteresse
Por Mário César Alves Lemes de Moraes
Em agosto de 2007, assisti a um musical sobre Noël Rosa, no Centro Cultural São Paulo. Era o último dia de apresentação, que durara seis dias.
Confesso: entrei sem esperar muito, sem grandes expectativas. Afinal, o espetáculo seria apresentado por um grupo praticamente desconhecido. Só conhecia a responsável pela direção, que me convidara para ver a peça: uma grande amiga com quem tive a oportunidade de trabalhar alguns anos no magistério (ambos somos professores de Língua Portuguesa). No final dos anos 70 e meados de 80, pisamos o mesmo tablado em um famoso cursinho aqui em São Paulo. Depois disso, enquanto “o mundo girou e a Lusitana rodou”, Cybele (este é o nome de minha amiga) freqüentou cursos de teatro e apaixonou-se ainda mais pelo que já tanto amava. Mas… voltemos ao espetáculo.
Fiquei maravilhado com o que vi. Simples, sem ser simplista (perdoem-me pelo clichê), a apresentação extasiou a todos. Interpretação impecável dos atores, cenário discreto, mas envolvente, sete músicos do grupo JB-Samba, dirigidos com a competência de Reinaldo Sanches, coreografia leve e muito interessante de Paulo Perez, tudo perfeitamente coeso e extremamente bem encaixado. E, óbvio, as deliciosas e fascinantes composições de Noël Rosa.
“O Poeta da Vila” nunca foi, pelo menos em minha experiência, apresentado de uma maneira tão singela e magnífica. As músicas lembram, na peça, o que em textos escritos se denomina “propriedade vocabular” – “certas”, no contexto “certo”. Grandes sucessos se encaixam milimetricamente. Das cerca de 300 músicas compostas por Noël (algumas em parceria com Braguinha, Vadico e outros gigantes do nosso cancioneiro), a seleção das que foram apresentadas não poderia ser melhor e tão bem executada. Apenas para citar algumas, “Com que roupa”, “Feitio de oração”, “Conversa de botequim”, “Fita amarela”, “Último desejo” enchiam os ouvidos de beleza e doçura.
Apenas um fato me decepcionou, aliás, uma verdadeira catástrofe. O espetáculo saiu de cartaz e até hoje não foi reapresentado. Fiquei a par da causa: falta de patrocínio. Deus! O que é preciso para, neste país, dar-se mais atenção à cultura e ao entretenimento? Ainda que não fosse para apresentar Noël Rosa – o Poeta, o Músico, Cronista de Uma Época, regularmente em um teatro, poderia, e deveria, ser opção para apresentações em escolas. Nossos verdadeiros ídolos e gênios estão sepultados literal e figurativamente. Ignorar a magnitude de Noël é algo, no mínimo, execrável.
Por que, então, não oferecer oportunidade a um grupo com talento e qualidade para quem o conhece revê-lo e, para quem não o conhece, ser apresentado? Onde estão os patrocinadores? Sim. É o patrocínio o grande vilão. Para que divulgar alguém, ainda que fenomenal, com um grupo de desconhecidos? E como serão conhecidos se não forem divulgados?
Interessante que, no desenrolar do enredo, o próprio protagonista, Noël, explicita várias vezes a marca de seu automóvel e de uma determinada cerveja. Não há no país indústria automobilística e fabricantes de cerveja interessados? Com isso, não se está pretendendo promover a marca do veículo e muito menos o consumo de bebida alcoólica. A direção, por certo, não se proporia a isso. Os nomes dos patrocinadores seriam colocados nos programas do espetáculo e nas peças publicitárias de divulgação. Na verdade, poderia ser qualquer empresa, independentemente de ser citada no texto, mas que estaria demonstrando preocupação social e cultural com a comunidade.
Em síntese, citei cerveja e carro, pela obviedade de algumas falas, todavia o patrocínio seria bem-vindo de qualquer produto ou serviço. Enquanto isso, joga-se no lixo tanta coisa boa e confirmam-se as palavras dos “Titãs” (Jesus não tem dentes no país dos banguelas, 1987): “… a gente não quer só comida,/ a gente quer comida, diversão e arte”.
Postado em outubro 10, 2008 - por Danilo Barros Andrade
Último Desejo – Versão Instrumental
Por Danilo Barros Andrade
barrosandrade@hotmail.com
Vejam aqui algumas versões interessantes da música Último Desejo. Vale lembrar que esta é uma das cançoes interpretadas ao vivo durante o nosso espetáculo musical.
- Violão
- Gaita
Site oficial: www.noelrosaomusical.com.br







