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Crítica BrPress - Yahoo!

Este texto se refere ao work in progress de nosso espetáculo no Centro Cultural São Paulo. Apesar do equívoco em supor que o elenco fosse estreante quando somos profissionais com várias peças e prêmios no currículo, o jornalista foi muito generoso em sua crítica e agradecemos por isso.

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TEATRO – Noel Rosa homenageado

Guilherme Bryan/Especial para BR Press

(São Paulo, BR Press) - Quando se completa 70 anos de sua morte, Noel Rosa (11/12/1910-04/05/1937), um dos grandes nomes da música brasileira e representante dos anos dourados da boemia, tem sua vida relembrada no espetáculo Noel Rosa – O Poeta, O Músico, Cronista de Uma Época. Com texto, direção, trilha sonora e atuação de Cybele Giannini, a peça relembra os grandes sucessos e momentos da breve carreira do compositor, que morreu com apenas 27 anos, e fica em cartaz na Sala Adoniran Barbosa, do Centro Cultural São Paulo, somente até domingo (26/08).

O espetáculo é estrelado por 13 atores bastante jovens e praticamente estreantes, da Cya. Grita Absoluta, que, ainda sem os vícios de alguns veteranos, vencem pela vitalidade (inclusive por não tentarem forçar um falso sotaque carioca, como é visto em muitas produções teatrais). Eles não se importam com algumas falhas técnicas, como a queda do pedestal de um microfone, e seguem adiante com a força de vontade para encarnar grandes nomes da música e da cultura brasileira, como Orestes Barbosa, Mário Lago, Braguinha, Francisco Alves e Aracy de Almeida, entre tantos outros.

No entanto, muitos deles não são bons cantores, como é o caso do próprio Eduardo Braga, que interpreta um Noel Rosa malandro e, mesmo com as deficiências, emocionante. Muito bem estão também Áurea Giovanini, como Ceci, e Cínthia Kater, como a esposa de Noel, Lindaura, muitas vezes acompanhada por um hilariante coro entoando versos de Mulher Indigesta.

Roda de samba chique

Como cantores, os que brilham são Roberto Cláudio (intérprete de Ismael Silva e Wilson Baptista) e Soró Linhares (Almirante, Mário Reis e Lamartine Babo). Todos são acompanhados por excelentes músicos que transformam, em muitos momentos, o espetáculo numa deliciosa roda de samba.

Outros destaques são os elegantes e muito apropriados figurinos de River Barros. Seguindo a risca os modelos da época, há desde os sempre chiques chapéus panamá, os ternos muito bem cortados até deslumbrantes roupas de dançarinas de cabarés, vestidos recatados e fantasias de carnaval dos mais diferentes modelos, com destaque, claro, para Pierrôs e Colombinas.

São, portanto, duas horas muito bem aproveitadas por um espetáculo que não chega a cansar. Afinal, além de mostrar um time de jovens atores com a garra típica de quem começa com grande estilo e homenagear belamente um grande artista, a peça é embalada por músicas que mexem com as emoções dos espectadores das mais diferentes faixas etárias. Prepare-se para Com Que Roupa?, Três Apitos, Gago Apaixonado, Feitio de Oração, Mulher, Feitiço da Vila, Palpite Infeliz, Pierrô Apaixonado, Último Desejo e Fita Amarela.

  • Veja a matéria na íntegra:
TEATRO – Noel Rosa homenageado - BrPress