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(1893-1966)
Autor da letra de uma das mais belas páginas do nosso cancioneiro, Chão de Estrelas, com música de Sylvio Caldas, Orestes foi talvez o maior admirador do gênio de Noël Rosa.
Começou a carreira de jornalista por intermédio de Rui Barbosa e trabalhou em inúmeros jornais onde publicou reportagens que mais de uma vez o levaram à prisão.
Fundou com Nássara o jornal “A Jornada”. Era xenófobo e, volta e meia, criticava acidamente os estrangeirismos empregados no Brasil. Tocava violão, mas seu maior talento era para os versos. Com Noël, compôs o primoroso samba Positivismo. |